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Quinta, Setembro 09, 2010
*Fonte+-
Património

Turismo

A freguesia de São João Baptista é um dos pólos turísticos mais atractivos de todo o concelho de Porto de Mós.
Pelo seu valor histórico e Patrimonial que a compõe, valoriza-a de certa forma e torna-a atractiva ao visitante.
O castelo de Porto de Mós, envolto de toda a sua história, o Museu de História Natural ( onde poderá encontrar e estudar mostras de rochas vulcânicas, fósseis animais e vegetais, a trajectória dos primatas desde o paleolítico, a etnografia dos nossos antepassados, etc); as suas Igrejas seculares.

No turismo natureza, destaca-se a QUINTA DE RIO ALCAIDE, atravessada pelo rio, deslumbrantes paisagens naturais, grande espaço verde, ladeada de belas montanhas de pinheiro manso, onde reina a tranquilidade.

Os belos circuitos pedestres do Catadouro, do Olho D'agua até a Fornea, passando pela nascente do Rio Lena, a Valicova com o seu parque de merendas, etc.

LIVRAMENTO – Santuário de Nossa Senhora do Livramento

Capela de Nossa Senhora do Livramento – Livramento, S. João Baptista
De invocação a Nossa Senhora do Livramento, a capela situada no lugar do mesmo nome é do século XVII. Em 1891 foi restaurada, tendo sido recentemente revestida com modernos azulejos.

Resenha da Freguesia

tn_P6122900Porto de Mós, concelho de história remota, reúne nas suas diversas freguesias resquícios de um passado longínquo, anterior à própria monarquia portuguesa.

Porto de Mós é um concelho milenar com 264 Km2 que testemunham a história de um povo.

Os dinossauros escolheram-no para deixar os seus vestígios. Mas, também os vários povos quiseram deixar a sua marca. Ocupado por celtas, romanos e árabes o concelho transformou-se numa encruzilhada de civilizações.

O património do Concelho espelha um atravessar de séculos e civilizações: dos fósseis de dinossauros aos vestígios romanos, do castelo aos museus, não esquecendo a serra e as grutas. Os monumentos naturais cruzam-se com os deixados pelos vários povos que por aqui passaram.

A presença de Romanos e Mouros deixou uma série de artefactos como moedas, lápides e estradas. A presença árabe é sobretudo evidente nos nomes das freguesias do concelho: Alqueidão, Alcaria e Alvados.

tn_P6122929D. Dinis atribuiu-lhe o primeiro Foral, mas a vila ficou marcada por vários monarcas, que foram deixando a sua assinatura na arquitectura do castelo.

Porto de Mós fica ainda imortalizado nos versos de Luís de Camões que conta a história de D. Fuas Roupinho, o cavaleiro que protagonizou o milagre de Nossa Senhora da Nazaré. O alcaide do castelo, no século XII, defendeu o território das invasões mouras, ficando reconhecido como um herói.

Em 1385, após ter descansado no castelo de Porto de Mós, D. Nuno Álvares Pereira derrotou os castelhanos no Campo Militar de São Jorge, na célebre Batalha de Aljubarrota, tornando o concelho um marco na história da nossa independência.

A indústria local iniciou o seu desenvolvimento ao nível dos minérios. Mas é a indústria de cerâmica que marca verdadeiramente o concelho e o define. Nos últimos 30 anos, a área industrial tem apresentado um desenvolvimento considerável no que toca à transformação de rochas ornamentais, ao fornecimento de materiais para construção civil e à metalomecânica ligeira. Mais recentemente, as empresas do concelho abriram-se aos sectores das novas tecnologias, moldes e componentes para a indústria eléctrica e ambiente.